O prefeito Frank Luiz da Cunha Garcia, o Bi Garcia (PSDB) em contato por telefone com o Portal Parintins informou que vai contestar a decisão do juiz federal substituto, Lincoln Rossi da Silva Viguini, que o condenou em primeira estância na última quinta-feira, 01 de março de 2018 a devolver aos cofres públicos a quantia de R$ 219.000,00 (duzentos e dezenove mil reais).
Na sentença, o magistrado baseado em relatório do Ministério do Meio Ambiente (MMA) que Garcia não havia prestado contas do convênio 046/2006, firmando entre o Governo Federal através do MMA e Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA) para a execução do Sistema Municipal de Planejamento Ambiental e Territorial de Parintins com vigência do dia 29 de junho de 2006 à 31 de dezembro de 2009, o condenou.
O prefeito Bi Garcia declarou que ainda não foi notificado da decisão judicial, mas que vai recorrer e provar através de extrato bancários que o recurso do convênio nunca foi sacado para ser investido no meio ambiente, pois estava bloqueado.
“Esse convênio, o juiz federal do trabalho, Glaydson Ney Rocha, sequestrou esse dinheiro. Ele fez um sequestro de precatório trabalhista e levou esse dinheiro do convênio no meio, a gente até processou ele. Eu não sei se é corporativismo esse juiz me julgou condenando, na verdade deveria ter condenado a Prefeitura”, declarou.
Bi Garcia garante que nunca movimentou o dinheiro do convênio. “O juiz sequestrou o dinheiro, nós estamos na justiça para devolver o dinheiro pra gente poder executar o convênio e agora como é que a Justiça Federal me condena. Vamos juntar os extratos bancários e argumentar que o juiz pegou o dinheiro pra pagar precatório”, disse.
O prefeito disse lembrar que o sequestro do dinheiro aconteceu no dia 20 de setembro de 2008 quando o juiz federal Glaydson Ney Rocha esteve substituindo a juíza do trabalho Eleonora Saunier que se encontra no período de férias.
“Respeito todas as decisões judiciais, mas é injusto essa condenação já que nem eu ou a Prefeitura movimentou esse dinheiro. Como posso fazer relatório de algo que nunca foi realizado. Não teve nenhuma irregularidade”, finalizou.
Da Redação do #PortalParintins
Na sentença, o magistrado baseado em relatório do Ministério do Meio Ambiente (MMA) que Garcia não havia prestado contas do convênio 046/2006, firmando entre o Governo Federal através do MMA e Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA) para a execução do Sistema Municipal de Planejamento Ambiental e Territorial de Parintins com vigência do dia 29 de junho de 2006 à 31 de dezembro de 2009, o condenou.
O prefeito Bi Garcia declarou que ainda não foi notificado da decisão judicial, mas que vai recorrer e provar através de extrato bancários que o recurso do convênio nunca foi sacado para ser investido no meio ambiente, pois estava bloqueado.
“Esse convênio, o juiz federal do trabalho, Glaydson Ney Rocha, sequestrou esse dinheiro. Ele fez um sequestro de precatório trabalhista e levou esse dinheiro do convênio no meio, a gente até processou ele. Eu não sei se é corporativismo esse juiz me julgou condenando, na verdade deveria ter condenado a Prefeitura”, declarou.
Bi Garcia garante que nunca movimentou o dinheiro do convênio. “O juiz sequestrou o dinheiro, nós estamos na justiça para devolver o dinheiro pra gente poder executar o convênio e agora como é que a Justiça Federal me condena. Vamos juntar os extratos bancários e argumentar que o juiz pegou o dinheiro pra pagar precatório”, disse.
O prefeito disse lembrar que o sequestro do dinheiro aconteceu no dia 20 de setembro de 2008 quando o juiz federal Glaydson Ney Rocha esteve substituindo a juíza do trabalho Eleonora Saunier que se encontra no período de férias.
“Respeito todas as decisões judiciais, mas é injusto essa condenação já que nem eu ou a Prefeitura movimentou esse dinheiro. Como posso fazer relatório de algo que nunca foi realizado. Não teve nenhuma irregularidade”, finalizou.
Da Redação do #PortalParintins



